A partir de hoje, os supermercados de São Paulo devem parar de distribuir as sacolinhas plásticas, derivadas de petróleo, nos caixas dos supermercados, a partir de uma ação coordenada pela Associação Paulista de Supermercados (APAS). Essa medida visa proteger o meio ambiente.
Segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), os brasileiros consumiram nada menos do que 12,9 bilhões de sacolinhas de plástico, que custaram R$ 500 milhões às empresas, que certamente repassam estes custos aos preços finais dos produtos comercializados. Por esses dados podemos deduzir que o custo por sacolinha é de R$ 0,04.
Com o fim das sacolinhas, os consumidores terão que se adaptar utilizando outros meios para levar as suas compras como sacolas retornáveis, sacolinhas biodegradáveis, caixas de papelão, ou as chamadas sacolas verdes (feitas a partir da cana-de-açúcar). Pelas sacolinhas biodegradáveis deverá ser cobrado um valor entre R$ 0,19 e R$ 0,25 por unidade. Considerando que os supermercados irão repassar a redução do custo com as sacolinhas poluidoras para os preços finais do produto, seria necessário que os consumidores utilizassem uma mesma sacolinha biodegradável por mais de 4 vezes, para manter as despesas com as compras no mesmo patamar, o que podemos supor que será difícil. Ou seja, inicialmente isso significará um aumento nas despesas das famílias. O fim das sacolinhas poluidoras irá, inicialmente, impor um custo econômico à sociedade. Mas acreditamos que o benefício social com a redução dos níveis de poluição mais do que compensa esse “sacrifício”. Além disso, como aprendemos nas primeiras aulas de economia, os agentes econômicos reagem aos incentivos. O dor no bolso fará com que as pessoas mudem seus hábitos e crie alternativas mais baratas e menos poluidoras para transportar suas compras.
Uma bela iniciativa que deveria ser seguida pelas demais associações estaduais de supermercados.
Segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), os brasileiros consumiram nada menos do que 12,9 bilhões de sacolinhas de plástico, que custaram R$ 500 milhões às empresas, que certamente repassam estes custos aos preços finais dos produtos comercializados. Por esses dados podemos deduzir que o custo por sacolinha é de R$ 0,04.
Com o fim das sacolinhas, os consumidores terão que se adaptar utilizando outros meios para levar as suas compras como sacolas retornáveis, sacolinhas biodegradáveis, caixas de papelão, ou as chamadas sacolas verdes (feitas a partir da cana-de-açúcar). Pelas sacolinhas biodegradáveis deverá ser cobrado um valor entre R$ 0,19 e R$ 0,25 por unidade. Considerando que os supermercados irão repassar a redução do custo com as sacolinhas poluidoras para os preços finais do produto, seria necessário que os consumidores utilizassem uma mesma sacolinha biodegradável por mais de 4 vezes, para manter as despesas com as compras no mesmo patamar, o que podemos supor que será difícil. Ou seja, inicialmente isso significará um aumento nas despesas das famílias. O fim das sacolinhas poluidoras irá, inicialmente, impor um custo econômico à sociedade. Mas acreditamos que o benefício social com a redução dos níveis de poluição mais do que compensa esse “sacrifício”. Além disso, como aprendemos nas primeiras aulas de economia, os agentes econômicos reagem aos incentivos. O dor no bolso fará com que as pessoas mudem seus hábitos e crie alternativas mais baratas e menos poluidoras para transportar suas compras.
Uma bela iniciativa que deveria ser seguida pelas demais associações estaduais de supermercados.
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